Reader Esportes
Esporte a um Clique!

Time esmeraldino consegue sexta vitória consecutiva e pula para vice-liderança. Rubro-Negro cai para o décimo lugar

Amaral comemora o gol que abriu o placar da vitória esmeraldina sobre o Flamengo

Léo Lima deu passe de letra, assistência, distribuiu caneta e até fez um gol irregular na noite desta quarta-feira. No dia em que foi maestro, o apoiador contou com a ajuda decisiva de Iarley para garantir a vitória do Goiás por 3 a 2 sobre o Flamengo, no Serra Dourada, pela 17ª rodada do Brasileirão.

Ouça a narração dos gols da partida pela Rádio Globo Rio na voz de José Carlos Araújo

O atacante fez o gol da vitória aos 45 minutos do segundo tempo e repetiu o filme de 2008. No ano passado, ele também foi o carrasco rubro-negro com um gol nos últimos minutos do duelo.

O resultado garantiu a sexta vitória consecutiva da equipe esmeraldina, que pula para os 32 pontos e fica na vice-liderança da classificação. O time carioca, por sua vez, continua nos 24 e cai para décimo.

Vitorioso em campo, o técnico do Goiás, Hélio dos Anjos, saiu derrotado no público. Durante a semana, ele reclamou da possibilidade de os rubro-negros dividirem as arquibancadas com os goianos. Foi exatamente o que ocorreu.

Mas no primeiro tempo, a equipe da casa pareceu que venceria com facilidade. Abriu 2 a 0, gols de Amaral e Léo Lima, e foi para o vestiário tranquila. A reação rubro-negra aconteceu com Adriano e Petkovic. Mas no finzinho, Iarley garantiu os três pontos.

Na próxima rodada, o Goiás visita o São Paulo, domingo, no Morumbi. No mesmo dia, o Flamengo faz o duelo das maiores torcidas do país contra o Corinthians, no Maracanã.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Goiás domina a defesa do Fla; árbitro erra

O estreante Denis Marques perdeu o primeiro, o segundo e o terceiro passe que recebeu. Daí explica-se o domínio do Goiás. O Flamengo simplesmente não conseguiu manter a posse de bola no campo ofensivo.

O primeiro chute de perigo foi aos 11 minutos, Felipe Menezes arriscou, Bruno defendeu parcialmente e Aírton teve de colocar para escanteio impedindo a finalização de Iarley. Na chance seguinte saiu o primeiro gol. Amaral subiu mais do que Denis Marques e cabeceou no canto esquerdo de Bruno.

Sem receber bolas pelo ineficiente sistema de criação rubro-negro, Adriano saiu da área para buscar o jogo. Aos 18, ele conduziu, finalizou de fora da área e Harlei teve dificuldade para espalmar.

Quando a partida estava equilibrada, um erro do árbitro Heber Roberto Lopes garantiu o segundo gol ao Goiás. Após cruzamento na área, Léo Lima empurrou Willians e chutou forte de esquerda para ampliar.

O Rubro-Negro teve a chance de diminuir aos 31, mas Denis Marques esbarrou na agilidade de Harlei quando finalizou na entrada da grande área.

Apesar de ter mais posse de bola, o time visitante sofreu com erros de passes, e o buraco defensivo. Júlio César aproveitou a brecha, aos 40, e bateu cruzado, rente à trave do goleiro Bruno, e por pouco não fez o terceiro. O mesmo Júlio César driblou Welinton, Everton, mas bateu em cima do arqueiro rubro-negro.

Reação comandada por Pet esbarra em Iarley

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Petkovic e Bruno Paulo nas vagas de Kleberson e Denis Marques respectivamente, ganhando em movimentação e criatividade. Logo aos dois minutos, a mudança surtiu efeito. Adriano foi puxado dentro da área. Na cobrança do pênalti, Adriano escorregou, mas mesmo assim colocou forte no centro do gol e diminuiu.

O gol trouxe emoção ao jogo. Agitadas, as torcidas incentivaram os times. Aos cinco, Pet driblou um adversário e bateu de longe, mas para fora. A reação se confundiu com o nervosismo. Aírton, Willians, Léo Moura... Todos reclamaram de marcações do trio de arbitragem.

Recuado, o Goiás trouxe o adversário para o campo defensivo. E pagou caro aos 33. Petkovic fez linda jogada individual, passou por dois adversários e chutou no canto esquerdo de Harlei. Um golaço.

A partida ficou emocionante. Aos 41, Zé Carlos deu um peixinho e por pouco não garantiu a vitória dos goianos. Mas o gol derradeiro saiu aos 45. Iarley recebeu na área de Léo Lima e chutou no alto.

 

Agência/EFE

Incrédulo, Kléber deixa o campo do Mineirão

Caras de choro e completo abatimento. Este era o cenário na saída dos jogadores do Cruzeiro do vestiário do Mineirão. Após a derrota por 2 a 1 para o Estudiantes, de virada, pela final da Libertadores, alguns não quiseram falar com a imprensa, como o lateral-direito Jonathan e o volante Henrique. Quem resolveu comentar a perda do título continental não procurou desculpas e apenas lamentou.

- Podia ser diferente. Os jogadores estão todos abatidos. É a perda maior da maioria dos jogadores que estão aqui. Perdemos para nós mesmos. A gente vinha tentando o jogo, mas veio uma bola cruzada que não marcamos e depois a bola parada, que sabíamos que era forte da parte deles. Tomamos dois gols em erros nossos e perdemos o jogo – disse o atacante Kléber.

Para ele, a reação deve ser imediata. O time vai ter de encontrar forças para subir na classificação do Brasileiro e remar tudo outra vez. Na tabela do Nacional, aparece apenas em 16º. É o primeiro time fora da zona de rebaixamento.

- Eu acho que a gente tem que recomeçar logo. Não tem como ficar remoendo uma derrota. O Brasileiro está aí, e a gente está mal. Vamos levantar a cabeça e correr atrás. Nosso time é bom. Não é por uma derrota que ninguém presta. O time tem tudo para se reerguer e buscar o título. O São Paulo buscou o Grêmio no ano passado depois de tantos pontos perdidos e foi campeão. Vamos colocar isso na cabeça – ressaltou.

No próximo domingo, o Cruzeiro recebe o Corinthians, no Mineirão, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nesta quinta, o elenco está de folga. Os jogadores se reapresentam na Toca da Raposa II na manhã desta sexta e voltam aos treinos.

 

Jamaicano alcança 9s79, mas marca não é homologada devido ao vento

Das agências internacionais Estocolmo, Suécia


As passadas vitoriosas de Tyson Gay

Mais uma vez Tyson Gay provou que o duelo contra Usain Bolt nos 100m rasos deve ser o mais esperado no Mundial de Berlim. Nesta sexta-feira, o americano disputou o Meeting de Estocolmo e alcançou a marca de 9s79, a mesma obtida pelo jamaicano na etapa de Paris da Golden League, em 17 de julho. Porém, o tempo de Gay na Suécia não pode ser homologado devido ao vento de 2,6 m/s a seu favor.

Atual campeão mundial nos 100m e 200m, Gay lidera o ranking com a melhor marca do ano, 9s77, oito centésimos a mais que o recorde mundial de Bolt.

Ex-recordista mundial, o jamaicano Asafa Powell terminou em terceiro em Estocolmo, com 9s98, atrás do americano Darvis Patton (9s95).

Na prova feminina dos 200m, a americana Allyson Felix conquistou a melhor marca do ano ao terminar o percurso em 21s88. A prata ficou com Debbie Ferguson, das Bahamas, (22s23) e o bronze com a jamaicana Kerron Stewart (22s72).

 

Biedermann, Pellegrini e Steffen também marcaram o Mundial de 2009

No ano em que Roma voltou a ter um César coroado, outros gladiadores também brilharam na arena do Foro Itálico. Um deles já chegou à capital italiana como imperador, mas teve que provar seu valor mais uma vez na piscina. Competir no Mundial de Esportes Aquáticos de 2009 não foi nada fácil, mas Michael Phelps devorou os leões e saiu nos braços da torcida, com os louros da vitória. Para outros três nadadores, a competição significou a transformação de simples "mortais" em ídolos do esporte: Paul Biedermann, Federica Pellegrini e Britta Steffen.

Agência/Getty Images

Phelps, Biedermann, Pellegrini e Steffen: as quatro grandes estrelas do Mundial. Além de Cielo, é claro

Michael Phelps voltou às piscinas em maio, mas o flagrante com maconha que ameaçou manchar sua biografia ainda estava vivo na memória da torcida. Longe das grandes competições desde Pequim-2008, o americano encontrou em Roma espectadores curiosos. Será que ele voltaria a ser "aquele" Phelps?

A resposta demorou a chegar. Na estreia, o ouro no revezamento 4x100m livre não iludiu ninguém. Irreconhecível, ele admitiu ter sido "carregado" por seus companheiros.

Agência/Reuters

Phelps deixa Roma como o maior vencedor da competição, com cinco medalhas de ouro e uma de prata

Nos 200m livre, o grande astro da festa se viu, pela primeira vez, no papel de coadjuvante. A seu lado, um alemão voador fez o que parecia impossível há um ano: colocá-lo em segundo lugar. Seu nome? Paul Biedermann, que também já havia conquistado o ouro nos 400m livre. Novo recordista mundial da prova, o europeu amargou ainda mais a prata do adversário ao sentenciar: "Agora, eu sou o mais rápido".

Agência/Getty Images

Biedermann festeja vitória histórica sobre Phelps

Derrotado, Phelps elegeu um algoz: o supermaiô utilizado pelos concorrentes. E ameaçou: poderia desistir de competições até que a praga fosse banida. Ao reclamar, o imperador mostrou o poder de sua voz e fez com que a Federação Internacional de Natação (Fina) determinasse o banimento dos trajes em janeiro de 2010.

Foi nos 200m borboleta, no quarto dia de competição, que Phelps se redimiu. O guerreiro ainda estava lá, e não deu chance aos adversários. Faturou o ouro e bateu o recorde mundial. Desta vez, com louvor. Dois dias depois, voltou a decepcionar no revezamento 4x200m livre, mas não saiu do lugar mais alto do pódio. Biedermann, por sua vez, atropelou o fenômeno na prova, mas a Alemanha ficou sem medalha.

Intocável em Roma, Phelps justificou o título de astro na final dos 100m borboleta. Em uma prova emocionante, respondeu às provocações de Milorad Cavic na água. Novo ouro e novo recorde. Na despedida, a doce rotina se repetiu: lá estava ele no pódio, cantando o Hino Nacional americano outra vez após ter ajudado a equipe americana a vencer no 4x100m medley.

Musa italiana cai de vez nos braços da torcida

Se a força dos lutadores impressionou, uma mistura precisa de talento, garra e beleza encantou fãs mundo afora. A alemã Britta Steffen sai de Roma como uma espécie de "Cielo de saias", mas fez ainda melhor do que o brasileiro. A bela nadadora não apenas conquistou o ouro nos 50m e nos 100m livre, mas bateu o recorde mundial nas provas mais rápidas da natação.

Federica Pellegrini talvez tenha conquistado mais do que isso. A musa já era uma das atletas preferidas da Itália desde que foi campeã olímpica nos 200m livre. No entanto, em Roma, ganhou status de rainha. Enlouqueceu a apaixonada torcida com ouros e recordes mundiais nos 200m e 400m livre - prova na qual competiu após sentir febre. Brilhou também no 4x200m livre, embora não tenha conseguido colocar sua equipe no pódio. Delicada e simpática, deixou de ser um ídolo nacional para virar uma estrela mundial.

 


Felipe Massa já está no Brasil. O piloto da Ferrari chegou ao Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, no início da noite desta segunda-feira. Tranquilo, entrou no hospital andando e fazendo sinal de positivo, ao lado do médico particular Dino Altmann. O ferrarista deverá ficar internado por até dois dias para se submeter a exames.

Agência/EFE

Massa faz sinal de positivo para os fotógrafos que o esperavam na entrada do hospital paulista

Massa ainda se recupera de uma cirurgia no crânio decorrente do impacto sofrido no acidente no treino classificatório do Grande Prêmio da Hungria, em 25 de julho. Ele parou na entrada do hospital e acenou para os jornalistas, fazendo sinais de positivo.

- Obrigado a todos por terem vindo. Mas ainda não dá para falar muito, tenho que me recuperar – disse o ferrarista.

Logo depois, o piloto entrou no hospital e se dirigiu à sala de internação para fazer uma avaliação inicial de seu estado.

Pouco mais de uma hora após a chegada, os médicos divulgaram o primeiro boletim:

Ainda com o olho inchado, Massa estava tranquilo ao chegar ao hospital em São Paulo

- O Hospital Israelita Albert Einstein informa que o paciente Felipe Massa foi internado em sua unidade Morumbi na noite de hoje (03/08), por volta das 18h10. O paciente chegou bem, apresentando uma evolução extremamente satisfatória do seu estado de saúde, e amanhã (terça-feira) será submetido a uma reavaliação médica - afirma o documento, assinado por Dino Altmann, pelo diretor clínico Milton Glezer e pelo superintendente Luís Fernando Aranha.

Após nove dias internado, Massa teve alta do Hospital Militar de Budapeste nesta segunda-feira e viajou ao Brasil em uma aeronave com estrutura para acompanhamento médico, ao lado de sua mulher, Raffaela, e de Altmann. O voo fez uma escala de reabastecimento em Dacar, no Senegal, e depois seguiu o percurso até a capital paulista

 

Em comunicado, brasileiro ataca seu ex-chefe e diz que ele teria atrapalhado seu desempenho durante o período na Renault


Após demissão, Nelsinho ataca Flavio Briatore

Após ser demitido da Renault, Nelsinho Piquet disparou contra Flavio Briatore, seu ex-chefe e empresário. Em comunicado, o brasileiro chamou o empresário italiano de "carrasco", já que não foi seu parceiro ao longo destes dois anos na equipe francesa, onde sofreu com uma intensa pressão.

- Se eu agora preciso dar explicações, estou certo de que é por causa da situação injusta que tenho vivido nos últimos dois anos. Eu sempre acreditei que ter um manager seria fazer parte de uma equipe e que teria nele um parceiro. Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso foi o contrário, Flavio Briatore foi o meu carrasco.

O brasileiro disse também que seus resultados neste período na Fórmula 1 não correspondem ao seu talento. Segundo Nelsinho, o mau desempenho foi culpa das condições adversas que encontrou na Renault.

- O caminho para a F-1 sempre foi complicado, e meu pai e eu, por isso, assinamos um contrato de management com o Flavio Briatore. Acreditávamos que seria uma excelente opção, pois ele possuía todos os contatos e as técnicas de negociação necessárias. Infelizmente, foi aí que o período negro da minha carreira começou. Passei um ano como piloto de testes, mas com poucos treinos. No ano seguinte iniciei como piloto oficial da Renault. Após a abertura da temporada, algumas situações estranhas começaram a acontecer. Como um novato, esperava de minha equipe muito apoio e preparação para me ajudar a alcançar nossos objetivos. Em vez disso, eu era apenas tido como "aquele que pilotava o outro carro", sem atenção nenhuma.



Segundo Nelsinho, Briatore chegava a ameaçá-lo de demissão antes das classificações.

- Para piorar, em inúmeras ocasiões, quinze minutos antes da classificação e das corridas, o meu manager e chefe de equipe me ameaçava, dizendo que se eu não conseguisse um bom resultado, ele já tinha outro piloto pronto para colocar no meu lugar. Eu nunca precisei de ameaças para obter resultados. Em 2008, conquistei 19 pontos e terminei no pódio uma vez em segundo lugar, fazendo a melhor temporada de estreia de um brasileiro na F-1.

O chefe da Renault teria prometido igualdade de condições com Fernando Alonso neste ano. No entanto, segundo Nelsinho, a situação não se alterou dentro da equipe francesa.

- Para 2009, Flavio Briatore me prometeu que tudo seria diferente, que eu teria a atenção que merecia mas nunca havia recebido, e que teria pelo menos “igualdade de condições” dentro da equipe. Ele me fez assinar um contrato baseado em desempenho, exigindo que eu obtivesse 40% dos pontos de Fernando Alonso até a metade da temporada. Mesmo sendo companheiro de um bicampeão mundial e realmente um excelente piloto, eu estava confiante de que, se eu tivesse as mesmas condições, alcançaria facilmente os 40% dos pontos exigidos pelo contrato - disse Nelsinho, que já teve problemas nos testes de pré-temporada:

- Infelizmente, as promessas não se transformaram em realidade novamente. Com o carro novo eu completei 2.002 km de testes, contra os 3.839 km de Fernando. Apenas três dos meus dias de teste foram com pista seca e bom tempo, apenas um dos testes do Fernando foi em pista molhada. Eu testava sempre com o carro pesado, pneus duros, principalmente no primeiro dia (quando a pista é lenta ou a confiabilidade pequena), ou então com o tempo ruim. Fernando testava um carro leve, pneus moles, pista seca e em boas condições. Nunca tive a chance de estar preparado para classificar no sistema que utilizamos. Na Fórmula 1 de hoje, a diferença entre o primeiro e 15º é, muitas vezes, menos de um segundo. Isso significa que dois ou três décimos podem fazer você ganhar oito posições. Além disso, devido proibição de testes durante o campeonato, o desenvolvimento do carro hoje acontece de corrida a corrida.

Nelsinho reclamou também da estratégia recorrente da Renault de colocá-lo nas corridas sempre mais pesado que Fernando Alonso, seu companheiro de equipe.

- Das oito corridas (N.R.: foram dez) que eu fiz este ano, em quatro delas o Fernando teve um upgrade significativo no carro, e eu não. Eu fui informado pelos engenheiros da Renault que, nessas corridas eu tive um carro que estava entre cinco e oito décimos por volta mais lento do que o do meu companheiro. Se olharmos para a prova da Alemanha (onde eu classifiquei na frente do meu companheiro de equipe apesar de tudo isso), caso eu tivesse a citada vantagem na classificação eu teria sido quinto e não décimo. Se tivéssemos essa diferença a nosso favor na corrida, eu teria terminado à frente do meu companheiro, o que fiz em Silverstone, apesar de ele ter podido contar com as atualizações que eu não tinha.

 

Ídolo em Roma, campeão mundial dos 50m e 100m livre se diz feliz por 'roubar' espaço do futebol no Brasil. Retorno ao país será apenas na sexta

As duas medalhas de ouro conquistadas no Mundial de Roma só chegarão ao Brasil na sexta-feira. Até lá, assim como planejado, César Cielo vai passear com a família pela Itália. O campeão nos 50m e 100m livre visitará um patrocinador e um Cielo italiano, alguém que o nadador ainda não sabe se é ou não parente.

Satiro Sodré/CBDA

César Cielo vai passar a semana de férias na Itália com o pai, César, e a mãe, Flávia

Ídolo em Roma, Cielo está feliz por ter conseguido monopolizar grande parte das atenções no Brasil.

- Tenho que dizer que nestes dias roubei muito espaço do futebol no Brasil - diz.

Cielo emocionou o Foro Itálico quando se desmanchou em lágrimas, no topo do pódio, ao ouvir o hino nacional brasileiro. Foram duas vitórias. Nos 100m livre, com direito a recorde mundial.

- Este Mundial era o que eu queria - comenta o brasileiro, explicando que as duas medalhas de ouro recompensam o esforço de estar a maior parte do tempo longe da família.

 

Blog feito por:

Blog feito por: